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Samuel L. Jackson

02/13/2008

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Após passar a década de 80 em papéis insignificantes e obscuros, Samuel L. Jackson emergiu nos anos 90 como um dos mais respeitados atores de Holywood. Trabalhando em vários projetos e recebendo inúmeros convites, o ator teve a oportunidade de mostrar sua grande inteligência e habilidade de encarnar personagens dos mais diversos tipos.
Nascido em 21 de dezembro de 1948 em Washington, mudou-se com a mãe e os avós para Chattanooga, Tennessee. Estrudou no Morehouse College, em Atlanta, onde foi co-fundador do grupo de teatro ”Just Us Theather”, formado somente por negros.
Foi para Nova York em 1977, começando sua prolífica carreira na TV, no cinema e nos palcos. Após fazer um sem-número de tipos para vários veículos, muitas vezes personagens obscuros por mais de dez anos, Jackson foi descoberto pelo público em ”Febre da Selva”, de outro aluno da Morehouse, Spike Lee, em 1991. O filme rendeu ao ator premiação no Festival de Cannes, e a partir daí sua carreira decolou. Confrontando o comportamento de outras estrelas – a maioria -, Jackson continuou morando no Harlem novaiorquino, onde mora desde os tempos de palco.
1994 foi particularmente profícuo e feliz para a carreira do ator. Enquanto seus filmes do ano anterior ainda exibiam seu rosto nas telas – ”Parque dos Dinossauros” e ”Perigo para a Sociedade”, veio sua magnífica participação em ”Pulp Fiction – Tempo de Violência”, de Quentin Tarantino, rendendo-lhe indicação ao Oscar de Coadjuvante. O filme também teve o mérito de ressuscitar a carreira de John Travolta, que não via sucesso desde os tempos de
Grease – Nos Tempos da Brilhantina. Também foi aclamado pelo papel em ”Fresh”, logo depois.
No ano seguinte, trabalhou novamente com seu colega de elenco de ”Pulp Fiction – Tempo de Violência”,
Bruce Willis, em ”Duro de Matar – A Vingança”, terceira aventura do policial John McLane. Roubou a cena de Willis e Jeremy Irons, que fez o vilão. Também teve atenção especial da mídia e do público no drama sobre adoção ”O Destino de Uma Vida”.
Sua versatilidade já estava mais que provada em 1996, quando precisou provar também que sabia administrar seu tempo ao realizar cinco filmes: ”O Despertar de um Pesadelo”, ação com Geena Davis; ”Tempo de Matar”, adaptação do livro de John Grisham que rendeu ao ator um de seus melhores papéis; ”Ponto de Encontro”, filme independente do colega Steve Buscemi; ”O Trambique do Século”, uma sátira ao mundo do boxe; e ”Jogada de Risco”, do então estreante Paul Thomas Anderson (
Magnólia).
Após a relativa calmaria de seu trabalho em 1997, colaborou novamente com Tarantino em ”Jackie Brown”. Em seguida, atuou e debutou como produtor em ”Amores Divididos”. Fez também uma especial participação no canadense ”O Violino Vermelho”.
Depois de mais uma participação secundária em ”Irresistível Paixão”, ao lado de
George Clooney e Jennifer Lopez, passou a pegar papéis mais centrais como em ”A Negociação”, em que enfrenta psicologicamente Kevin Spacey numa intrincada operação policial, ”Esfera”, ficção científica com Dustin Hoffman e Sharon Stone e o péssimo ”Do Fundo do Mar” – deve ter recebido um grande cachê para expor seu nome num dos piores filmes de 1999.
Com essa transição para papéis principais, chamou a atenção de George Lucas, que o escalou para um dos maiores sucessos da década, ”Star Wars – Episódio I: A Ameaça Fantasma”. Jackson fez o cavaleiro Jedi Mace Windu, papel secundário mas muito importante. A participação foi pequena, mas Lucas assegurou que Windu terá maior e muito importante participação nos dois episódios seguintes da série.
Contracenou no drama de guerra ”Regras do Jogo”, em que dividiu a cena com outro grande ator do momento,
Tommy Lee Jones. Depois estrelou o remake de ”Shaft”, filme de Gordon Parks de 1971. Jackson ficou com o papel-título, sob a batuta do diretor John Singleton (de ”Os Donos da Rua”), que procurou fazer do filme uma perfeita mistura de ação e muita ironia.
Em seguida, emendou três participações em grandes blockbusters:
Corpo Fechado (2000), de M. Night Shyamalan; retomou seu personagem Jedi em Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones
(2002); e tutelou Vin Diesel em XXX – Triplo X (2002). Entre uma megaproduçaõe e outra, confirma seu nome como um ator versátil em projetos mais pessoais, como Visões de um Crime, de 2001, e Fora de Controle, de 2002.

Eu adoro esse ator, mais um entre os muitos atores negros que admiro. Não existe aqui nenhum preconceito contra os brancos, mas há poucos dias percebi que a grande maioria dos atores que admiro é composta por negros.

O Samuel L Jackson dispensa comentários, sua extensa filmografia fala por si, se hoje seu nome é reconhecido mundialmente é porque batalhou muito e amargou muito papel secundário e de vilão que morria logo no começo pra chegar onde chegou. Talento ele tem, e de sobra.

(por Zailda Mendes)

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