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  • Arquivo da categoria ‘Al Pacino’

    Al Pacino – biografia

    Publicado por Zailda Coirano em Janeiro 7, 2009

    Al Pacino, ator

    Al Pacino, ator

    Al Pacino nasceu no Bronx, filho de Salvatore Pacino e Rose Gerard, que se divorciaram quando ele ainda era criança. De ascendência italiana, o seu pai era de Corleone na Sicília e a sua mãe era filha de um italiano e de uma norte-americana de pais italianos. O actor tem quatro irmãs: Josette, Paula, Roberta e Desiree.

    Nos fins dos anos 60 estudou sob a supervisão de Lee Strasberg, descobrindo com isso a terapia para uma juventude deprimida e pobre, em que mal tinha dinheiro para apanhar o transporte para as audições. O seu talento falou mais alto, tendo ganho um “Obie award” pela sua interpretação em palco de “The indian wants the Bronx” e um “Tony award” por “Does the tiger wear a necktie?”. O seu primeiro trabalho no grande ecrã foi “Me Natalie” em 1969, mas seria em 1971 com o seu trabalho “The panic in Needle Park” que o seu talento viria ao de cima, tendo ganho a atenção do realizador Francis Ford Coppola.

    A sua ascensão meteórica surgiu após ter desempenhado o papel de “Michael Corleone” no filme de grande sucesso sobre a máfia de Coppola, The Godfather de 1972. Embora muitos actores consagrados pretendessem este papel, Coppola escolheu o então relativamente desconhecido Pacino para o desempenhar. A sua actuação rendeu-lhe uma nomeação de melhor actor secundário para os óscares, e até aos finais da década de 70, conseguiu mais três nomeações, todas para melhor actor.

    Apesar de ter tido mais algumas nomeações, somente em 1993 Pacino conseguiria alcançar o almejado prémio com o filme “Scent of a woman” de Martin Brest, no qual desempenha o papel de um militar reformado, cego e com um feitio irascível; para além de ter ganho o óscar de melhor actor, foi também cogitado para a nomeação de melhor actor secundário com o filme “Glengarry Glen Ross”; a única pessoa que conseguiu ser nomeada para os dois prémios no mesmo ano foi a actriz Julianne Moore, que em 2003 conseguiu repetir o feito, não tendo no entanto, de qualquer da vezes, conseguido ganhar nenhum deles.

    Depois dessas nomeações, Pacino nunca mais foi nomeado para qualquer dos prémios; no entanto, conseguiu vencer dois Globos de Ouro.

    Nos anos 80, a carreira de Pacino entrou numa curva descendente, com as suas actuações em “Cruising” e “Author! Author”, a não serem muito apreciadas pela crítica. No entanto, conseguiu mais uma nomeação para os Globos de Ouro com o filme Scarface, onde representa o papel de um barão da droga cubano.

    No violentíssimo filme de Brian De Palma, ele contracena pela primeira vez com Michelle Pfeiffer. Em 1992, eles voltariam a trabalhar juntos em Frankie & Johnny, sob a batuta de Frank Marshall (Uma Linda Mulher).

    O reverso da medalha surge em 1985, com o filme “Revolution”, a ser considerado por alguns como a sua pior actuação de sempre, o que o levou de volta para o teatro nos quatro anos seguintes. Em 1989 regressou com “Sea of Love”, seguido de uma série de excelentes interpretações em “Carlito’s Way”, “Heat” “Donnie Brasco” e “The Recruit”. Ao longo da sua carreira, Pacino recusou vários papéis, entre eles “Han Solo” em Star Wars, “Captain Willard” em Apocalypse Now e “Edward Lewis” em Pretty Woman.

    A qualidade das representações de Pacino, bem como a sua presença no grande ecrã, deram-lhe o estatuto de um dos melhores actores da história do cinema. Pacino continua a fazer teatro e começou a sua carreira como realizador, e embora o seu primeiro filme (“The Local Stigmatic”) continue por editar, os seus outros dois trabalhos (“Looking for Richard” e “Chinese Coffee”) foram bastante aclamados.

    Apesar de ser um dos poucos atores a nunca ter se casado, é pai de Julie Marie(nascida em 1989), fruto do seu relacionamento com a professora de teatro Jan Tarrant. Com a atriz Beverly D’Angelo é pai dos gémeos Olivia e Anton, nascidos no dia 25 de Janeiro de 2001.

    Fonte: Wikipedia

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    Cartaz do filme ‘As duas faces da lei’ gera polêmica na Inglaterra

    Publicado por Zailda Coirano em Janeiro 3, 2009

    'As duas faces da lei' com Al Pacino e Robert de Niro

    'As duas faces da lei' com Al Pacino e Robert de Niro

    O cartaz promocional do filme ‘As duas faces da lei’ está gerando polêmica na Inglaterra por causa da frase “there’s nothing wrong with a little shooting as long as the right people get shot” (não há nada de errado em atirar um pouquinho contanto que acerte as pessoas certas), por causa do caso Jean Charles de Menezes. O cartaz não será exibido na estação Stockwell, onde Jean Charles morreu em 2005.

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    Scarface completou 25 anos

    Publicado por Zailda Coirano em Janeiro 2, 2009

    Cena do filme Scarface

    Cena do filme Scarface

    Scarface (1983), remake do longa homônimo de 1932, protagonizado por Al Pacino e pela até então desconhecida Michelle Pfeifer (Hairspray – Em Busca da Fama), fez 25 anos em 09/12.

    Causando divergência entre os que assistiram, o longa tinha tudo para ser um sucesso no Oscar, segundo a agência EFE: “história de mafiosos, metragem longa e grandes porções de Al Pacino”.

    Mas Scarface só acumula indicações. Foram três no Globo de Ouro de 1984 (Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Ator Coadjuvante) e uma no Razzie Awards, espécie de “anti-Oscar”: Pior Diretor para Brian De Palma (Os Intocáveis).

    Na trama, Al Pacino interpreta o gângster Tony Montana, refugiado cubano que abre seu caminho a bala até o topo do império da cocaína em Miami, explorando o poder sórdido da droga nos Estados Unidos.

    Oliver Stone (diretor do ainda inédito e já polêmico W.) assinou a adaptação do roteiro, que “esquece o politicamente correto”, ainda segundo a EFE.

    Scarface arrecadou US$ 65 milhões em todo o mundo.

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    Al Pacino e De Niro juntos em “As Duas Faces da Lei”

    Publicado por Zailda Coirano em Outubro 12, 2008

    Divulgação
    Diário do Grande ABC

    Estrelas veteranas de Hollywood, Robert de Niro e Al Pacino atuaram três vezes no mesmo filme: em “O Poderoso Chefão II” (1974), no qual não contracenavam um com o outro, em “Fogo Contra Fogo” (1995), em que aparecem juntos em apenas duas cenas, e em “As Duas Faces da Lei”, que estréia nesta sexta-feira nos cinemas do Grande ABC e de São Paulo (veja o trailer).

    Ao contrário de “Fogo Contra Fogo”, o longa de Jon Avnet (“88 Minutos”) é um suspense policial que foge da narrativa comum a esse tipo de filme. Na trama, De Niro e Al Pacino vivem, respectivamente, os detetives Turk e Rooster, que investigam um assassinato em série pouco usual.

    O serial killer da história é uma espécie de justiceiro que mata apenas bandidos, e que deixa poemas infames junto às vítimas. Turk e Rooster são convocados a solucionar o caso, mas o desgaste causado pelos anos de trabalho na polícia de Nova York os leva a considerar se o criminoso deve realmente ser punido.

    Ajudados pelos policiais Karen Corelli (Carla Gugino), Perez (John Leguizamo) e Riley (Donnie Wahlberg, sim, irmão de Mark e membro do grupo New Kids on the Block), os dois se envolvem em um jogo psicológico em que nada é o que parece ser. Portanto, prepare-se para um daqueles filmes em que a trama só é revelada de verdade no final. Outro destaque do elenco é a participação do rapper 50 Cent, que nos créditos aparece como Curtis Jackson.

    A produção tem cara de filme B, mas se sai bem justamente por isso. Nos últimos anos, De Niro e Al Pacino têm aparecido um pouco canastrões em seus trabalhos, o que também acontece em “As Duas Faces da Lei”. Desta vez, porém, isso faz suas atuações se sobressaírem. Cabe ao espectador escolher se um dos dois se sai melhor ou se deu empate.

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